sábado, 19 de abril de 2014

Cidade decide acabar com excesso de barulho e apreende caixas de som....


Medida foi tomada em Cornélio Procópio, no norte do Paraná.
Após várias reclamações, a PM resolveu aplicar a chamada 'Lei do Sossego'.


Caixas de som que incomodavam os moradores de Cornélio Procópio, no norte do Paraná, foram parar atrás das grades da delegacia da cidade. Depois de diversas reclamações da população, a Polícia Militar (PM) decidiu aplicar com rigor a chamada Lei do Sossego e começou a apreender equipamentos que causem transtornos devido ao excesso de barulho.
A medida foi solicitada pelo Conselho de Segurança (Conseg) da cidade. “Tudo que faz barulho, que atinge o sossego da população, vai ser atingido. Tolerância zero. Nada de som alto”, diz o presidente da entidade, Assad Amin.
A operação da PM tem como alvo principal carros que utilizem aparelhos de som em volumes que perturbem os moradores. Além deles, veículos que fazem propaganda com o uso de som também podem ser apreendidos. O trabalho também atinge lojas de aparelhos eletrônicos, cujas caixas de som, algumas vezes, emitem sons em volume muito acima do permitido.
No caso dos donos dos carros, a PM encaminha o veículo e o dono até a delegacia. Imediatamente, os policiais retiram o equipamento de som do carro e marcam uma audiência com um juiz, que determina o valor da multa a ser paga. “Se ele [dono] não comprovar, mediante notas fiscais, a procedência desses equipamentos, o som será, então, imediatamente destruído”, explica o tenente da PM, Marcos Daner.
Até festas, bares e boates sem proteção acústica são alvos da ação dos policiais. Amin comemora o trabalho da PM. “Tem que dormir tranqüilo. Cornélio tem que ser a casa do sossego”, diz.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

JOVEM DESAPARECE EM CONGONMHINHAS...

Desapareceu na madrugada do dia, 14/04, o jovem Gilmar Soares de 28 anos.



Com problemas mentais, ele fugiu de um sítio nas proximidades do Vaz. Pela ultima vez foi visto vestindo calça jeans, camisa branca, blusa de moletom com lista branca no braço. Olhos azuis, branco, cabelo preto curto, barba curta.

Anda sempre cabisbaixo e não fala.

Estatura mediana e magro.

Qualquer informação favor avisar a família nos telefones 9906.2306 ou 9936-6371, ou então procure o CRAS 3554.1024

INCLUSÃO DIGITAL – ALUNOS DA ESCOLA RURAL ACESSAM INTERNET WI FI

PREFEITO NILSON XAVIER. SEC. ELIANE MANDELO

As aulas ficaram mais interativas e atraentes para os alunos da Escola Rural Municipal Moysés Lupion- Bairro dos Messias, Nova Fátima.
Segundo a professora Adriana S. A. Bortotti, os alunos ficaram maravilhados ao realizar pesquisa na internet durante a aula de ciências. Os computadores portáteis foram entregues já há algum tempo pelo prefeito Nilson Xavier, através do programa PROUCA - FNDE( Programa Um Computador para Cada Aluno) e agora, com o uso da internet, as aulas ficaram mais dinâmicas e os alunos motivados.
De acordo com a Secretária Municipal de Educação Eliane Mandello Ambrósio, todas as Escolas do Município possuem laboratório de informática. Segundo ela “É uma ferramenta capaz de proporcionar condições favoráveis ao conhecimento, à comunicação e à socialização dos alunos e facilitar o acesso a ambientes de interação com outras pessoas distantes geograficamente, além de gerar inúmeros benefícios à Educação, oferecendo aos professores estratégias de se trabalhar os conteúdos disciplinares de forma dinâmica e atraente, o que contribuindo muito ao desempenho das aulas, ao reunir recursos de informação e entretenimento, aliando-os aos recursos pedagógicos”.

EM CONGONHINHAS SANTA MISSA DO LAVA PÉS REUNE MILHARES DE FIÉIS...





















A comunidade de Congonhinhas mais uma vez se reúne na semana santa, tempo propício de conversão e mudança de vida para participar da SANTA MISSA.

          Na ceia de Quinta-Feira Santa, Jesus antecipou a entrega de sua vida, livremente e por amor. Nessa ceia, com os seus apóstolos, Jesus tornou presente, sacramentalmente, nos sinais do pão e do vinho, sua oferta ao Pai pela salvação de todos nós. “Isto é o meu corpo, que será entregue por vós”. “Este é o meu sangue da nova aliança, que será derramado por vós, para a remissão dos pecados.” A morte de Jesus na cruz é o sinal do seu amor extremo para conosco.

Jesus instituiu a Eucaristia que é a atualização do seu sacrifício, memorial de sua morte e ressurreição. “Todas às vezes, de fato, que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, estareis proclamando a morte do Senhor, até que ele venha” (I Cor 11,26). É também a renovação da Ceia do Senhor na qual ele nos dá o seu Corpo e o seu Sangue como alimento de vida eterna.

A Eucaristia é também sacramento da presença real do Cristo ressuscitado entre nós, para ser visitado, adorado e glorificado por nós e ser levado aos enfermos e idosos impossibilitados de participar da celebração eucarística.

“Dom e mistério é o sacramento do altar, dom e mistério é também o sacerdócio, tendo surgido os dois, a Eucaristia e o sacerdócio, do Coração de Cristo durante a Última Ceia” (João Paulo II)

O gesto de Jesus de lavar os pés dos discípulos durante a Última Ceia narrado por São João, define toda a vida de Jesus: doação de toda a sua existência para a libertação do homem do pecado e do mal. Lavar os pés de alguém era, na antiguidade, uma tarefa própria de escravos. Jesus faz-se escravo e lava os pés dos seus discípulos. A cena do Lava-pés, ao lado da cruz, expressa o cume da doação de si mesmo que Jesus faz à humanidade na Eucaristia. Ao substituir a narração da Eucaristia pelo lava-pés, São João mostra-nos que a Eucaristia ao nos unir a Cristo, deve levar-nos também a solidariedade com os nossos irmãos. Comungar o Cristo é comungar com o irmão. A cena do lava-pés que vamos rememorar não pode reduzir-se a uma representação sentimental do gesto de Jesus, mas deve expressar o nosso propósito de traduzir esse gesto de Jesus em atos de amor e de serviço aos nossos irmãos na nossa vida cotidiana.

É impossível separar a Eucaristia do amor fraterno. A entrega total de Cristo na Última Ceia pede de todo discípulo seu que se coloque a serviço do irmão mais necessitado. “Se eu, Senhor e mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz” (Jo 13, 13-15). Lavar os pés uns dos outros significa fazer o bem aos outros, particularmente, aos mais necessitados. O Senhor Jesus nos convida a aprender dele a humildade e a coragem de retribuir sempre com a bondade e o perdão os que nos ofendem. Jesus manso e humilde de coração, fazei nosso coração semelhante ao vosso.


quarta-feira, 16 de abril de 2014

Vereador protesta contra aumento de 40% em diárias em Amoreira...


Os vereadores Luan Gaspar e Edson Júlio Lourenço, o Edinho Funileiro, foram os únicos a votar contra projeto do Poder Executivo de São Sebastião de Amoreira que aumenta em 40% o valor de diárias pagas pelo município.
Mesmo com dois votos contra (de Luan Gaspar e Edinho) e uma abstenção (do vereador Isaac Rosa de Almeida, que não compareceu à sessão da Câmara), o projeto foi aprovado em primeira votação. Falta ainda outras duas votações.
Para viagens à capital federal Brasília, o novo projeto prevê o pagamento de diárias de R$ 981,00, e R$ 700,00 para localidades distantes mais de 100 quilômetros, assim como para Curitiba. Os novos valores representam aumento de 40%.
Segundo o vereador Edinho Funileiro, "ao meu ver, a imoralidade só aumenta". Ele acrescenta que "receber R$ 700,00 de diária, a qualquer viagem feita na distância de 100 quilômetros do município é um absurdo enquanto o professor e os demais servidores públicos têm que trabalhar 30 dias para receber essa quantia".
O vereador Luan Gaspar disse que foi contra o projeto "por não concordar com o aumento, tendo em vista a situação que o município se encontra, e o percentual de 40% de aumento".
De acordo com ele, "hoje em média o salário de um professor em inicio de carreira é de R$ 849, e o salário do prefeito é de R$ 14.000. O aumento concedido aos funcionários foi de 8%, enquanto sua diária subirá 40".

Publicação by Luan Gaspar.
REVELIA.COM.

terça-feira, 15 de abril de 2014

EM CURITIBA, MENINO PASSA POR CIRÚGIA DO CORAÇÃO E GANHA PASSEIO DE AVIÃO..






O Menino Nicolas filho do Casal Vanusa e Sídinei, depois de passar uma tão arriscada cirurgia do coração no Hospital Pequeno Príncipe  em Curitiba a qual trouxe uma grande preocupação para todos os familiares acabou tendo um final feliz.
Nícolas e mais alguns pacientes foram presenteados com um gostoso passeio de avião patrocinado pela (FAB) Força Aérea Brasileira e o Hospital Pequeno Príncipe da cidade de Curitiba. Seus pais moram em Curitiba, sendo sua mãe Vanusa filha de CONGONHINHAS e sobrinha do Jornalista Geraldo Rodrigues.
Parabéns Nícolas Você foi um guerreiro, e vencedor!

DONA MARIA AFRA VALE PROCURA SUA IRMÃ QUE A MAIS DE 50 ANOS ESTÁ DESAPARECIDA...

ATENÇÃO: DONA MARIA AFRA VALE A MAIS DE 50 ANOS NÃO TEM MAIS CONTATO COM SUA IRMÃ ANA VALE É FILHA DE (MÃE):EDITE AUGUSTA VALE E (PAI):PEDRO PEREIRA VALE ,SE ELA ESTIVER VIVA ESSE ANO ELA TERIA 64 ANOS. RELATO DA DONA MARIA SUA FAMÍLIA MORAVA NA FAZENDA PRECIOSA MUNICÍPIO DE IBAITI-PARANÁ E DEPOIS SE MUDOU PARA CIDADE DE FIGUEIRA-PARANÁ E DEPOIS NUNCA MAIS TEVE CONTATOS COM SEUS IRMÃOS. DEPOIS DE 53 OU 54 ANOS ELA ENCONTROU E TEM CONTATO COM SEUS IRMÃOS JOÃO VALE E LUCIA VALE QUE TAMBÉM ESTÁ PROCURANDO A IRMÃ ANA VALE. 
             A MAYSA NORA DA DONA MARIA AFRA VALE PEDE ENCARECIDAMENTE PARA QUE SE ALGUÉM CONHECER ESSA SENHORA POR FAVOR ENTRAR EM CONTATO URGENTE NO  FACEBOOK, EMAIL:

maysa_kawai8993@hotmail.com OU EMAIL: eliezerfr90@live.com.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

LAVANDERIA ANDRÉ VARGAS...

Um esquema montado para esquentar dinheiro

Obtido com exclusividade por ISTOÉ, inquérito no STF pode levar André Vargas à cadeia por falsidade ideológica. Para o MP e a PF, deputado petista montou uma "lavanderia" para justificar recursos de origem duvidosa que irrigaram suas campanhas eleitorais

Izabelle Torres (izabelle@istoe.com.br) e Claudio Dantas Sequeira (claudiodantas@istoe.com.br)
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O deputado André Vargas (PT-PR) é um político em estado terminal. Num último esforço para tentar preservar o mandato, o petista renunciou ao posto de vice-presidente da Câmara e tirou uma licença de 60 dias. Não foi o suficiente para impedir que seus pares instaurassem um processo contra ele no Conselho de Ética da Câmara por quebra de decoro parlamentar, nem que o seu partido, o PT, o ameaçasse de expulsão. Sua situação se deteriorou depois que ele foi acusado de manter uma relação promíscua com o doleiro preso na Operação Lava Jato, Alberto Youssef. Vargas é o deputado que ergueu os punhos cerrados, repetindo o gesto dos mensaleiros presos, para debochar do presidente do STF, Joaquim Barbosa, em sessão de abertura do ano legislativo no Congresso. Agora, por ironia da política, quem pode selar o destino político de Vargas é justamente o Supremo, instituição à qual o petista ousou desafiar e fazer troça. Na última semana, ISTOÉ teve acesso com exclusividade às mais de 500 páginas do inquérito 3596, instaurado pelo STF a pedido do Ministério Público Federal, que pode levar Vargas para a cadeia pelo crime de falsidade ideológica para fins eleitorais. A pena prevista, caso o petista seja condenado, varia entre um e cinco anos de reclusão. No robusto processo, o Ministério Público Federal afirma que há fortes indícios de que o parlamentar montou uma lavanderia de dinheiro para justificar doações eleitorais. Nem a Justiça Eleitoral consegue dizer se os recursos apresentados nas prestações de campanha algum dia chegaram mesmo a circular na conta bancária.
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ORIGEM SUSPEITA
A Justiça Eleitoral não identificou na conta bancária os recursos apresentados
nas prestações de contas de André Vargas
Constam do processo depoimentos de mais de 80 testemunhas que afirmam nunca terem doado dinheiro para a campanha de Vargas. Mas esses são apenas parte dos 200 “laranjas” utilizados pelo petista para justificar a origem dos recursos suspeitos em suas campanhas eleitorais. A prática ilícita teria começado nas eleições de Vargas para deputado federal em 2006 e se reproduzido na campanha de 2010. Na documentação que embasa o inquérito em curso no STF há relatos dos auditores do Tribunal Eleitoral do Paraná sobre a dificuldade de fazer uma apuração detalhada das contas apresentadas devido à complexidade do esquema. Os procuradores, porém, acreditam que as notas de gastos apresentadas pelo deputado licenciado são frias. Uma lista completa com os dados bancários do parlamentar e dos doadores fictícios, com observações sobre o desencontro dos dados e valores, fundamenta a suspeita dos procuradores.
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No STF, o inquérito contra André Vargas é relatado pelo ministro Teori Zavascki.
O ministro delegou ao juiz Marcio Fontes a missão de coordenar as
investigações. Diligências já foram pedidas à Polícia Federal
O esquema de lavagem de dinheiro de Vargas não se limitaria às operações de fraude nas prestações de contas de campanha. Teria ramificações. Em outra ponta da investigação, a Polícia Federal segue o rastro de empresas em nome dos familiares de Vargas. Nos grampos telefônicos divulgados até agora, o deputado aparece em conversas com o doleiro Alberto Yousseff cobrando pagamento de comissões a determinados consultores, um deles chamado “Milton”. Trata-se de seu irmão Milton Vargas Ilário e a PF suspeita que outros familiares do petista também tenham sido usados como laranjas. Nessa vertente do amplo esquema montado por Youssef, a lavagem de dinheiro se daria a partir do uso de empresas de fachada abertas por seus familiares. Entre as empresas investigadas pela Polícia Federal, que teriam sido usadas na lavanderia Vargas, encontra-se a LSI Solução em Serviços Empresariais. Foi constituída em agosto de 2011 pelo irmão Leon Denis Vargas Ilário e a mulher, Simone Imamura Vargas Ilário, com capital social de apenas R$ 15 mil. Em 18 de setembro de 2013, os sócios trocam de lugar. Simone sai e entra Milton. É justamente a véspera da intensa troca de mensagens em que parlamentar e doleiro comemoram as gestões da parceria entre os laboratórios Labogen, LFM e EMS para abocanhar contrato de até R$ 150 milhões com o Ministério da Saúde. Em apenas um ano, a LSI mudou três vezes de ramo, ampliando seu leque de atuação de pesquisa e consultoria a atividades de cobrança, publicidade, organização de eventos, gestão empresarial e até tecnologia da informação. Curiosamente, a empresa foi aberta no número 58 da alameda Sarutaia, no bairro do Jardim Paulista (SP), onde já funcionava há anos outra empresa, a agropecuária Adram S/A, que acaba de ser selecionada para uma linha especial de crédito do BNDES. Existe a desconfiança na PF de que Vargas e seus parentes também estejam por trás da Adram S/A. Com a entrada de Milton, irmão do petista, a sede da LSI foi transferida para um apartamento residencial da Vila Mariana, bairro da capital paulista. A PF não identificou qualquer indício de atividade comercial no endereço. Da mesma forma não foi encontrada atividade empresarial no endereço da L Vargas & CIA Ltda., localizada em São José dos Pinhais. A empresa está em nome de outro irmão do deputado chamado Loester Vargas Ilário e sua mulher, Luzia Salete Ribeiro Ilário, e tem como objeto social a prestação de “serviços auxiliares do mercado de capitais”.
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No STF, o inquérito que pode levar Vargas à cadeia pelo crime de falsidade ideológica para fins eleitorais é relatado pelo ministro Teori Zavascki. O ministro delegou ao juiz instrutor Marcio Fontes a missão de coordenar as investigações. O juiz pediu dezenas de diligências à Polícia Federal, que trabalha há meses na tomada de depoimentos de testemunhas. Nos próximos dias, o juiz vai analisar as notas fiscais apresentadas nas últimas campanhas por Vargas. Com base nos depoimentos já registrados de pessoas que constam da lista de doadores, e que garantem não saber como seus nomes foram parar lá, a Polícia Federal vai intensificar a apuração sobre a origem dos recursos que abasteceram a campanha do petista. O uso de laranjas para justificar parte das doações seria uma manobra contábil para esquentar recursos de origem duvidosa. No último dia 18 de março, um ofício assinado pelo ministro Zavascki foi enviado à PF. No ofício, o ministro pede o encerramento da fase de oitivas de testemunhas. Para a PF, os depoimentos não deixam dúvidas de que as doações eram mesmo fictícias.
Os documentos reunidos até agora no inquérito em tramitação no STF complicam de vez a situação política de Vargas. No processo, o Ministério Público identifica uma série de operações estranhas a prestações de contas de um candidato a deputado federal. Por exemplo, extratos bancários da conta aberta em 2006 pelo então candidato do PT mostram movimentações muito abaixo dos custos de uma campanha, com saldos que não passam de R$ 2 mil. Além disso, o ritmo de arrecadação oficial era lento, com a realização de jantares de adesão que arrecadavam pouco mais de R$ 3 mil a cada evento. Mas foi a lista provavelmente fictícia de doações recebidas em 2006 pelo parlamentar que encorpou o processo que pode levar Vargas à cadeia. Dos pouco mais de R$ 300 mil declarados à Justiça Eleitoral naquele ano, quase R$ 100 mil aparecem como sendo de pequenas doações – entre R$ 20 e R$ 600 – de pessoas físicas. O problema é que cerca de 200 pessoas listadas como “doadoras” por Vargas afirmam nunca terem contribuído com qualquer campanha, especialmente a do petista.
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RELAÇÕES PROMÍSCUAS
A Polícia Federal suspeita de que o deputado André Vargas
e seus irmãos frequentavam o escritório do doleiro Alberto Youssef, preso
na Operação Lava Jato, no número 155, da rua Dr. Elias César em Londrina
Nesse grupo estão 81 vigilantes da Universidade Estadual de Maringá. Eles chegaram a entrar com processos por danos morais na Justiça Estadual contra Vargas e quase a metade já recebeu indenizações. ISTOÉ localizou alguns desses doadores fictícios, que nos últimos dias vêm sendo chamados a depor na Polícia Federal. “Levamos um susto quando avisaram que nosso CPF estava na lista de campanha. Muita gente da universidade correu para ver o que tinha acontecido. Nunca nos explicaram direito como fomos parar lá. Agora, esperamos a resposta do processo”, diz Wilson Novo, que, segundo a prestação de contas do deputado Vargas, teria doado R$ 90 para a campanha petista. “Não doamos nada a ninguém. Por isso, buscamos reparações”, completa João Lozada, outra vítima de Vargas.
Na campanha de 2010, o deputado licenciado André Vargas repetiu a fórmula de elencar muitos doadores de pequenas quantias. Não bastasse essa prática suspeita, o petista ainda transformou a sua conta oficial em um duto para que doações ocultas fossem distribuídas a outros candidatos. Empresas doaram dinheiro para o diretório do PT, que, por sua vez, repassou as quantias para a conta de Vargas, a quem cabia fazer uma nova distribuição. Pelo menos R$ 800 mil de origem desconhecida foram repassados por ele a outros candidatos. Na leitura técnica de quem investiga o caso no STF, descobrir a origem dos recursos que passaram pelas contas eleitorais de Vargas pode ser o caminho para desvendar as dúvidas que ainda precisam ser dirimidas no inquérito no Supremo.
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Relator do processo contra André Vargas na Câmara, o deputado
Júlio Delgado (PSB-MG) promete dar celeridade ao caso
A PF pretende ainda pedir a quebra de sigilo bancário e telefônico de Vargas e de seus familiares para identificar a movimentação financeira das empresas e eventuais contatos dos familiares com o doleiro Alberto Youssef. Suspeita-se que o parlamentar e seus irmãos frequentavam o escritório do doleiro no número 155, da rua Dr. Elias César em Londrina. Há mais de R$ 60 mil em notas de abastecimento de veículos usados por Vargas num posto de gasolina (Posto Centro Cívico) a apenas 550 metros do apartamento de Youssef. Ao constituírem a LSI, o casal Leon Vargas e Simone deram como endereço o número 480 da avenida Inglaterra, a apenas 1,7 km dali. Além da família, a Polícia Federal também está de olho nos assessores políticos de Vargas. Seu chefe de gabinete, Wagner Pinheiro, também serviu ao falecido deputado José Janene e outros caciques do PP desde a época da eclosão do escândalo do mensalão. Acuado pelas denúncias que o cercam, Vargas recebeu na semana passada apelos do PT para que renunciasse ao mandato. Seria, na visão desses petistas, uma tentativa de não contaminar a candidatura à reeleição de Dilma Rousseff. O petista se negou a atender aos pedidos. Reclamou de abandono e desabafou com colegas mais próximos que sua resistência em abrir mão do mandato se deve ao temor de que seu inquérito no STF, aquele que pode colocá-lo atrás das grades, seja enviado à Justiça de primeira instância do Paraná. A essa altura, porém, são poucas as alternativas políticas para André Vargas, o petista que ousou desafiar a Suprema Corte do País e que pode ter seu destino selado por ela.
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“Não imaginava que estava sendo gravado”
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“Deveria ter dito: “Vai à PQP!... mas fiquei quieto”
ISTOÉ – Num despacho de 7 de abril, o juiz Sergio Moro, responsável pela operação Lava Jato, diz que a polícia segue examinando o material apreendido e complementando as investigações, mas que ainda seria prematuro afirmar que a relação do senhor com o doleiro Alberto Youssef tem “natureza criminosa”. Por quê?
ANDRÉ VARGAS – O despacho do juiz Sergio Moro é esclarecedor. Para mim, Alberto Youssef sempre foi um grande empresário, dono do maior hotel de Londrina. Ele me disse que tinha sido doleiro no passado e até que fizera delação premiada no Ministério Público. Mas dizia que não atuava mais como doleiro.
ISTOÉ – Num diálogo gravado, o doleiro fala que vocês dois poderiam conquistar a independência financeira em negócios com o governo.
VARGAS – Meu erro foi ficar em silêncio quando ouvi isso. Não imaginava que estava sendo gravado. Deveria ter dito: “Vai à PQP!...” Mas fiquei quieto e o silêncio foi gravado.
ISTOÉ – Estava deslumbrado?
VARGAS – Não. Deveria ter reagido e não reagi. Mesmo assim, logo depois a transcrição mostra um “kkkkk”. Ele estava fazendo graça.
ISTOÉ – O sr. também pergunta pelo dinheiro para o “Milton.” Era seu irmão?
VARGAS – Era. Quando estava montando o laboratório Labogen, o Youssef me pediu uma indicação para a área de informática. Indiquei o Milton, que é consultor sênior de grandes empresas. Ele trabalhou para o Youssef e não recebeu. Por isso perguntei.
ISTOÉ – O sr. ajudou o Labogen esperando dinheiro para campanha?
VARGAS – Isso não aconteceu. Dei orientações. Não marquei uma reunião em Brasília. Se era o Labogen uma empresa para lavar dinheiro, como dizem hoje, é preciso uma auditoria para demonstrar.
ISTOÉ – O sr. responde a processo no STF em que é acusado de falsidade ideológica, por ter apresentado falsos doadores nas contas de campanha.
VARGAS – Na campanha de 2006 reuni um grupo de vigilantes para pedir apoio para minha eleição. Eles me trouxeram 199 votos. A acusação de lavagem de dinheiro não faz sentido. Deram contribuições de R$ 20. Alguém vai fazer alguma coisa para lavar R$ 20?
Fotos: Sérgio Lima/Folhapress, Adriano Machado/Istoé; ANIELE NASCIMENTO/GAZETA DO POVO/AE
http://www.istoe.com.br/reportagens/357452_UM+ESQUEMA+MONTADO+PARA+ESQUENTAR+DINHEIRO

domingo, 13 de abril de 2014

PADRE WELLERSON, OLHAR DE JESUS SOBRE A COMUNIDADE ( MISSA DO DOMINGO DE RAMOS)...



















Na Paróquia Nossa Senhora Aparecida aconteceu a grande celebração do MEMORIAL DA ENTRADA TRIUNFANTE DE JESUS EM JERUSALÉM. A comunidade participou ativamente da celebração.

            Logo pela manhã padre Wellerson juntamente com os Ministros da Sagrada Comunhão como também coroinhas e equipes litúrgicas e toda a comunidade se reuniram na Praça Júlio Pedro Ferreira para bênção dos ramos, em seguida seguiram em procissão até a igreja matriz onde para ser aberta a porta da igreja o PADRE BATEU TRÊS VEZES COM A CRUZ simbolizando as portas do céu sendo aberta para toda a comunidade, em seguida aconteceu a celebração da SANTA MISSA.

Padre Wellerson em sua homilia voltada para o tempo da quaresma e início da semana santa tempo propício para a conversão, não deixou de mencionar a grande importância de se fazer discípulos de JESUS caminhando sempre em comunhão com ele, ressaltou ainda que para o Senhor entrar em Jerusalém não foi preciso estar vestido de rei, mais com simplicidade deixando transparecer que seu reinado não é desse mundo, aquele mesmo povo que aplaudiram a sua entrada em Jerusalém, horas mais tarde estava crucificando Nosso Senhor Jesus Cristo. Nós ainda gritamos crucifica-o, crucifica-o, todas as vezes que deixamos de ser solidários e quando cometemos pecados que parece não ter tanta importância, com os olhares de Jesus voltado para comunidade o padre foi deixando a ação do espírito santo se irradiar por todos os cantos daquele templo sagrado e era visível o toque profundo de JESUS no coração de toda a comunidade.